FLORESTA PLURICULTURAL​

Ao falarmos de uma Amazônia Negra também (re)conhecemos a necessidade em tocar nas origens da terra; no que tange a presença e a memória das populações indígenas; uma vez que a multiplicidade e a humanidade destas populações também foram aviltadas pelo pensamento e pela normativa-padrão branca. 

Ao pensarmos o "índio", esse molde do imaginário colonizador, perdemos uma infinidade de tons de pele, feições, línguas e culturas desse mosaico de paisagens que também compreende, desde as invasões europeias, as expropriações territoriais e culturais das regiões amazônicas. 

Entretanto, além das pressões existentes nesses territórios, a região se envolve  de belezas e costumes particulares de cada um dos povos. Notada principalmente, no encontro desta presença-raiz, indígenas, que desde sempre alimenta a terra, com as populações negras, de todos os cantos, que chega a cada dia com o desejo de ficar.

 

O Vale do Guaporé e o Baixo Madeira são exemplos vivos desses encontros!

 

No Vale do Guaporé quilombos e remanescentes quilombolas se avizinham com comunidades indígenas e colonos bolivianos; como no Baixo Madeira é o caso das comunidades do Baixo Madeira, com as memórias ancestrais de povos indígenas misturadas aos fluxos migratórios econômicos; compartilhando essas populações da mesma forma de conduzir os dias.

Salve os povos indígenas! Salve os povos negros! Salve os povos da beira! 

 

Confira alguns ensaios sobre o futuro ! 

ENSAIO 1 - Meninos Tenharins do Marmelo. Botawa, 2016.

Campos Amazônicos.  

ENSAIO 2 - Crianças Cinta Larga. 2015

ENSAIO 3 - Crianças e o Matriarcado indígena.  Tenharins do Marmelo. 2015.

ENSAIO 4 - Crianças Tenharins do Igarapé Preto. 2013.

ENSAIO 5 - Crianças na Primeira Feira de Troca de Sementes de Rondônia. Aldeia Suruí. 2016. 

© 2016 - Produzido por ê-bonFim. Porto Velho. Rondônia  >  Email: reconhecendoamazonianegra@gmail.com 

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