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Mostra “ Amazônia Negra” de Marcela Bonfim na Biblioteca Francisco Meireles

A exposição “( Re)conhecendo a Amazônia Negra”, da fotógrafa Marcela Bonfim, continua sua itinerância em Porto Velho e agora pode ser visitada na Biblioteca Municipal Francisco Meireles, ao lado da prefeitura de Porto Velho, das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Impressas diretamente na madeira, as 33 imagens retratam quilombolas da bacia do rio Guaporé –  dos estados de Mato  Grosso e Rondônia; descedentes de caribenhos –  chamados barbadianos – que trabalharam na construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e  haitianos que migraram para Rondônia; entre  outros  afro-descendentes do  Estado. Desta vez a exposição foi instalada por Daniela e Simone Norberto.

A mostra de fotografias foi exibida inicialmente em maio deste ano, no Espaço Cultural Cujuba, com apoio do Sesc. Depois foi transferida para a Galeria Palácio, na sede administrativa do governo do Estado, e para o campus da Calama do Instituto Federal de Rondônia (IFRO), onde fez parte da programação do 20 de Novembro, Dia Nacional da Consciência Negra.

Centenas de pessoas já viram a mostra. Para a fotógrafa, “a trajetória da exposição pela cidade é muito interessante, porque chama a atenção para a importância do segmento afro-descendente na economia, na cultura e nas manifestações religiosas de Rondônia e, por extensão, da Amazônia. A mostra fotográfica faz parte de um projeto maior, chamado “(Re)conhecendo a Amazônia Negra:  povos, costumes e influências negras na floresta”, que foi criado justamente para tirar o negro da invisibilidade”, afirma Marcela Bonfim.

Recentemente, o projeto ganhou destaque em Belém, com uma intervenção da fotógrafa no projeto “Portas Abertas”, da Associação Fotoativa, de Belém do Pará, que é referência para a cultura fotográfica da região amazônica. Em São Paulo, Marcela Bonfim falou sobre o seu trabalho em entrevista ao portal Brasil de Fato (https://www.brasildefato.com.br/2016/10/18/a-amazonia-me-fez-descobrir-a-minha-negritude-afirma-fotografa-marcela-bonfim), replicada no Instituto da Mulher Negra Geledés.

Mostra fotográfica Amazônia Negra é atração no campus Calama do IFRO

A exposição (Re)conhecendo a Amazônia Negra da fotógrafa Marcela Bonfim, realizada em parceria com o Sesc, foi transferida nesta semana para o campus da Calama do Instituto Federal de Rondônia (IFRO), onde deverá permanecer até a realização das atividades da Semana da Consciência Negra.

2016 - Porto Velho-RO: Amazônia Negra inaugura Galeria Palácio (ocorrendo até 31.08)

Com o tema ‘Amazônia Negra’, foi aberta nesta quarta-feira (20) a exposição fotográfica da economista Marcela Bonfim, inaugurando a Galeria Palácio, no Edifício Pacaas Novos (torre), no Complexo Rio Madeira, sede do Governo de Rondônia.

A mostra reúne 63 pôsteres abordando a participação negra na região desde 1750, quando ocorreu o povoamento do Vale do Guaporé por africanos procedentes de Vila Bela da Santíssima Trindade (MT) até a imigração haitiana em curso atualmente. A mostra fica exposta até o dia 31 de agosto, com acesso gratuito. “Basta que subam os 24 degraus da entrada do palácio”, disse Marcela, ressaltando que pessoas com deficiência física dispõem de escada própria lateral. “Ninguém se apresse: a Galeria Palácio está aberta permanentemente ao público”, reforçou.

Local: Palácio Rio Madeira. Edifício Pacaás Novas. Torre central. Térreo. 

Endreço: Avenida Farquar, S.N. Em frente a Emater-RO.  

Funcionamento de segunda à sábado das 7h30 às 13h30. 

2016 - Porto Velho-RO: Abertura dos Trabalhos e Exposição no Espaço Cujuba (21.05 a 15.07)

A abertura da exposição de fotografias “Amazônia Negra”, de Marcela Bonfim, no sábado (21 de maio), com apoio do Sesc, reuniu um público diversificado numa celebração à cultura e ao papel dos descendentes de africanos na colonização de Rondônia. Mais de 300 pessoas participaram do evento e se emocionaram com o trabalho da artista. “Marcela já é uma personagem da cidade”, definiu o poeta e ativista Carlos Dias Macedo – Mado. Uma das retratadas, a ativista e educadora popular Ana Maria Ramos observou que a seleção de 33 imagens “retratou personagens importantes da ancestralidade africana, a exemplo dos quilombolas e praticantes de religiões afrobrasileiras”.

Local: Espaço Cujuba. Galeria do Poeta.

Endreço: Rua Prudente de Moraes, n 2449. Próximo ao Cemitério do TRT-RO

Funcionamente: De segunda à sábado das 9h às 13h - das 14h às 18h.

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